Conhecer o cliente (KYC)
Verificação de identidade, beneficiário efetivo e, quando aplicável, finalidade da relação de negócio.
Compreenda a importância das regras de prevenção do branqueamento de capitais na Europa, os controlos aplicados pelas instituições financeiras e como documentar corretamente as suas operações.
Conhecer as regras AML →AML (Anti-Money Laundering) designa as medidas de prevenção e combate ao branqueamento de capitais. Estas medidas procuram impedir que fundos provenientes de atividades ilícitas sejam introduzidos ou movimentados no sistema financeiro como se fossem legítimos.
Verificação de identidade, beneficiário efetivo e, quando aplicável, finalidade da relação de negócio.
Compreensão e documentação da proveniência do dinheiro, adequada ao risco e ao tipo de operação.
Identificação de padrões atípicos e pedidos de esclarecimento quando necessário.
Uma operação invulgar não significa, por si só, que exista um crime. Contudo, pode desencadear medidas de análise e verificação.
Uma transferência pode ficar pendente enquanto a instituição verifica os elementos da operação, nos termos aplicáveis.
Podem ser solicitados extratos, comprovativos de rendimentos, contratos, recibos ou outros documentos relevantes.
Consoante as circunstâncias e a legislação aplicável, podem ocorrer limitações à conta ou comunicação de suspeitas às autoridades competentes.
As normas europeias de combate ao branqueamento de capitais procuram proteger a integridade do sistema financeiro, reduzir a circulação de fundos ilícitos e melhorar a cooperação entre entidades competentes.
As obrigações variam conforme o país, a entidade, a operação e as datas de aplicação das normas. A supervisão AML europeia está em evolução, incluindo o papel da Autoridade para o Combate ao Branqueamento de Capitais e ao Financiamento do Terrorismo (AMLA).
Estes são exemplos de fatores de análise, não provas automáticas de branqueamento.
A melhor abordagem é manter registos verdadeiros, completos e coerentes com a origem e a finalidade de cada transação.
Utilize contas da titularidade correta e dados atualizados.
Conserve extratos, contratos, recibos e registos das operações.
Esteja preparado para justificar de onde vêm os fundos e a finalidade da transferência.
Responda a pedidos legítimos através dos canais oficiais, sem omitir informações.
Sim. Dependendo das circunstâncias, as instituições financeiras podem ter de solicitar informação e documentos para cumprir obrigações legais de diligência e monitorização.
Não. O valor é apenas um dos possíveis fatores de risco. O contexto, a finalidade, a origem dos fundos e o perfil da operação também podem ser relevantes.
Sim. Prestadores de serviços de criptoativos abrangidos pelas normas aplicáveis têm obrigações de conformidade, incluindo identificação e determinados requisitos de informação sobre transferências.
Não deve dividir artificialmente uma operação para evitar verificações. Realize as transações de acordo com a sua finalidade real e mantenha a documentação correspondente.
Desconfie de pedidos de pagamento para “libertar”, “validar” ou “desbloquear” fundos. Confirme qualquer exigência diretamente com a instituição através dos seus canais oficiais. Um alegado pagamento AML não substitui os procedimentos legais de verificação.
Consulte fontes oficiais para verificar as regras e orientações atualizadas: